Prontomed Infantil

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Publicado em: 16/06/2011

Prontomed Infantil promove palestra sobre manejo da dengue em crianças


Na noite desta quarta-feira, dia 15 de junho, a equipe do Prontomed Infantil assistiu a mais uma palestra de qualificação. Desta vez, o tema foi “manejo da Dengue em crianças”. A capacitação foi ministrada pelo médico pediatra e diretor do Prontomed Infantil, Carlos Flávio Lopes Bonfim.

Participaram da palestra pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, para se atualizarem acerca de uma doença sempre presente na rotina do hospital. Dentre todos os países das Américas, o Brasil concentra 80% dos casos de dengue. O grande volume está relacionado principalmente às altas temperaturas.

Segundo o pediatra Carlos Flávio Bonfim, a taxa de mortalidade ocasionada pela Dengue tem caído ao longo do tempo, mas continua sendo alta. “Houve uma melhoria na precisão do diagnóstico, mas é preciso melhorar o manejo pra que essas taxas reduzam ainda mais”, ressalta.

A palestra seguiu as orientações do manual do Ministério da Saúde
A palestra seguiu as orientações do manual do Ministério
da Saúde
Ele explica que no caso das crianças, a preocupação é redobrada por se tratar de um grupo de risco. “As crianças são mais vulneráveis a essa doença porque não possuem reserva para suportar um estado de intenso estresse”, explica. Além disso, o quadro epidemiológico da doença apresentou um deslocamento na faixa etária. O Ministério da Saúde notificou que 25% dos casos de dengue ocorreram em pacientes com menos de 15 anos.

As orientações repassadas a equipe foram baseadas no manual técnico do Ministério da Saúde intitulado “Dengue: diagnóstico e manejo clínico”. Foram abordados assuntos pontos como sinais de alerta, diagnósticos diferenciais (como diferenciar a dengue de outras doenças), agente infectante, fatores predisponentes, critérios de internação, de alta, e de tratamento clínico; exames que devem ser solicitados, medicações, monitoramento do paciente, indicativos da forma hemorrágica do doença, dentre outros.

“Com estas informações, nós estamos propondo uma padronização no atendimento quando o caso foi suspeita ou diagnóstico de Dengue, chegando a um consenso sobre a forma de tratar uma importante parcela da população”, finaliza Carlos Flávio.


A.N.
16/06/2011

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