Prontomed Infantil

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Publicado em: 30/01/2012

Oncopediatria é o mais novo serviço do Prontomed Infantil

O câncer é a segunda causa de mortes no Brasil na população de faixa etária entre 0 a 18 anos, de acordo com as estatísticas do Instituto Nacional do Câncer – INCA. Muitas vezes, a doença é diagnosticada em uma fase avançada. Mas este número, em grande parte, não se deve a negligência familiar; mas sim, a ausência de um direcionamento mais eficaz pela atenção médico pediátrica.

Atento a essa necessidade, o Prontomed Infantil passa a incluir nos seus serviços a oncologia pediátrica, especialidade médica que cuida exclusivamente dos cânceres infantis. O responsável pelo novo serviço é oncologista pediátrico Sérgio Moreno.

Sérgio Moreno é teresinense. Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Pernambuco, fez residência médica em Pediatria no Hospital Materno-Infantil de Brasília, residência em Hematopediatria  na Universidade de Campinas – Unicamp, residência em Oncologia Pediátrica no Hospital A.C. Camargo, em São Paulo e residência em Transplante de Medula Óssea pela Universidade Federal de São Paulo – Unifesp.

Ele explica que a abordagem atual do câncer infantil não se foca apenas na orientação familiar. “As estratégias atuais de diagnóstico do câncer infantil para melhorar a sobrevida e índices de cura não se focam apenas em orientar a família, mas também orientar os pediatras, já que os sintomas que a criança com câncer vai apresentar não são manifestações nitidamente indicativas de câncer, pois são comuns a várias outras doenças da infância”, afirma.

Os tipos de câncer mais comuns nas crianças são as leucemias e linfomas, que ocorrem no sangue e respondem por 40% dos casos. Completam as estatísticas os chamados tumores sólidos, que atingem os ossos e as partes moles do corpo humano. Sérgio Moreno esclarece que as taxas de sobrevida e de cura do câncer pediátrico dependem de inúmeros fatores. “Diversos fatores podem interferir na probabilidade de sobrevida no câncer pediátrico e um dos principais é o atraso do diagnóstico. Se descoberto precocemente, as chances de cura chegam a 90%”, finalizou.

A.N.
30/01/2012


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